



Meu mundo, minha vida...

Hoje conversando com um amigo sobre documentários e curtas, mandei para ele um curta que outro amigo tinha feito há algum tempo,http://www.youtube.com/watch?v=CLu2zrA5OtA&feature=related, e nele fala sobre Jim Morrison, como não sabia nada sobre Jim Morrison, resolver ir pesquisar, e foi onde encontrei coisas dele muito interessantes!
De acordo com Morrison, um dos eventos mais importantes da sua vida aconteceu em 1947 então com quatro anos, durante uma viagem de família ao Novo México, que ele assim descreveu:
"A primeira vez que descobri a morte… eu, os meus pais e os meus avós, íamos de automóvel no meio do deserto ao amanhecer. Um caminhão carregado de índios, tinha chocado com outra viatura e havia índios espalhados por toda a auto-estrada, sangrando. Eu era apenas uma criança e fui obrigado a ficar dentro do automóvel enquanto os meus pais foram ver o que se passava. Não consegui ver nada – para mim era apenas tinta vermelha esquisita e pessoas deitadas no chão, mas sentia que alguma coisa se tinha passado, porque conseguia perceber a vibração das pessoas à minha volta, então de repente apercebi-me que elas não sabiam mais do que eu sobre o que tinha acontecido. Esta foi a primeira vez que senti medo… e eu penso que nessa altura as almas daqueles índios mortos – talvez de um ou dois deles – andavam a correr e aos pulos e vieram parar à minha alma, e eu, apenas como uma esponja, ali sentado a absorvê-las"
Em Março de 1971, após todos os membros da banda terem decidido parar por algum tempo, Morrison mudou-se para Paris na companhia da sua namorada de sempre, Pamela Courson, com o propósito de se concentrar na escrita.
Morrison começou a escrever em sua adolescência. Na faculdade, ele estudou os campos relacionados do teatro e cinema.
Ele publicou independentemente dois volumes de sua poesia, em 1969, The Lords / Notes on Vision and The New Creatures. The Lords consiste em breves descrições de lugares, pessoas, eventos e pensamentos de Morrison sobre o cinema. Os versos de The New Creatures são mais poéticos em estrutura, sentimento e aparência. Esses dois livros foram depois combinados em um único volume intitulado The Lords and The New Creatures. Esses foram os únicos escritos publicados durante a vida de Morrison.
Em Paris, morreu em 3 de Julho de 1971, na banheira, aos 27 anos de idade. Muitos fãs e biógrafos especularam sobre a causa da morte, se teria sido por overdose, pois embora Jim não fosse conhecido por consumir heroína, Pam fazia-o (morreu de overdose em 1973) e é sabido que nesse Verão correu Paris à procura de heroína de uma pureza invulgar. Outra hipótese seria um assassinato planejado pelas próprias autoridades do governo americano. Morrison foi referido como sendo o nº 4 a morrer misteriosamente, tendo sido os três primeiros Jimi Hendrix, Janis Joplin e Brian Jones (todos mortos com 27 anos).
O relatório oficial diz que foi "ataque de coração" a causa da sua morte.
O vento bate a porta e não me engana mais
A decoração branca não me satisfaz
Eu queria estar no seu lugar
Mas não estou
Acham que enlouqueci
Perguntam de você pra mim
Eu tento dizer que está tudo bem
Estou igual vivendo o irreal
Perguntei do final pras flores
As flores são parte do total
Já se tornou banal
Me sentir mal, me sinto mal!
As cores lá fora me disseram pra continuar
Elas me disseram pra continuar (Eu já superei)
Mas eu queria suas mãos nas minhas
Revelar as fotos que tiramos e ninguém sabia
Da sua partida (Da sua partida)
E se foi
Se jogou num mar aberto de ilusões
E as ondas te acertaram como eu planejei
Eu exagerei
Um sentimento tão forte
Eu sei que tive sorte
Aquilo não era o que eu sou
Agora eu sei muito bem quem sou
E o que me tornou
Tão igual vivendo o irreal
Perguntei do final pras flores
As flores são parte do total
Já se tornou banal
Me sentir mal, me sinto mal!
As cores lá fora me disseram pra continuar
Elas me disseram pra continuar (Eu já superei)
Mas eu queria suas mãos nas minhas
Revelar as fotos que tiramos e ninguém sabia
Dessa sua partida (Da sua partida)
(Tudo que eu penso parece que é você
Eu tento, luto, venço, mas não vou esquecer)
Tudo que eu falei te fazia chorar
Não te ouvia falar
Só te peço perdão
Hoje canto pra que ouça dos céus que eu não
Duvidei do amor
Tão igual, vivendo o irreal

Sempre é preciso saber quando
uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo
necessário perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos
viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos, não importa o
nome que damos o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se
acabaram. Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode
dizer para si mesmo que não vai dar mais nem um passo enquanto não entender as
razões que levaram certas coisas que eram tão importantes em sua vida, serem
subitamente transformadas em pó. As coisas passam e o melhor que se faz é
deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante destruir
recordações.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do
mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração, e o desfazer-se de
certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com
cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que
devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio,
que entendam seu amor. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que
não são aceitos, decisões que sempre são adiadas em nome do 'momento
ideal'.Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo. Diga a
si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se: um hábito não é uma
necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos, não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba,
mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era e se transforme em quem é (...)
ॐ

Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar
Que o nosso amor pra sempre viva
Minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será
Palavras apenas
Palavras pequenas
Palavras
Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar
Que o nosso amor pra sempre viva
Minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será
Palavras apenas
Palavras pequenas
Palavras, momento
Palavras, palavras
Palavras, palavras
Palavras ao vento
Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar
Que o nosso amor pra sempre viva
Minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será
Palavras apenas
Palavras pequenas
Palavras, momento
Palavras, palavras
Palavras, palavras
Palavras ao vento